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Saulo Dentista diz que símbolo de autistas deve ser mais divulgado

Atualizado: 9 de Abr de 2019

No dia 2 de abril, comemoramos o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, um transtorno neurológico caracterizado por padrões de comportamentos repetitivos e dificuldade na interação social, que afeta o desenvolvimento da pessoa e que precisa ser tratado, a fim de que o portador possa, de acordo com o grau do transtorno, levar uma vida normal.

Apesar de não ter cura e de não ser caracterizado doença, o autismo, que afeta principalmente crianças, deve ser acompanhado por médicos especialistas e a conscientização é o único meio que pode ajudar, e muito, no desenvolvimento do portador do Transtorno do Espectro do Autista (TEA).

“Foi pensando em contribuir com a necessidade de uma maior  conscientização dos poaenses sobre o autismo que, em maio de 2018, encaminhei o Projeto de Lei nº 024/2018 pedindo uma alteração no artigo 1º da Lei 2.335/1993, que diz que todos os estabelecimentos comerciais, de serviços e similares, públicos ou privados, instalados no município, deverão manter, em local visível de suas dependências, placas  informando o direito a atendimento preferencial e prioritário a mulheres grávidas, mães com crianças de colo, idosos e pessoas portadoras de deficiências físicas e mentais, incluindo as com Transtornos de Espectro Autista, devendo constar nos avisos também o quebra-cabeças, símbolo dos autistas”, disse o vereador  Saulo Teixeira Alberto da Costa, Dr. Saulo Dentista, acrescentando que o PL foi sancionado pelo prefeito Giancarlo Lopes como Lei nº 4.019/2018, alterando a redação da Lei nº 2.335, de 03 de novembro de 1993.  

“O que eu realmente desejo neste momento é que esta Lei seja cumprida, pois muitas pessoas me procuram pedindo que seja acrescentado junto às placas indicativas para idosos, mulheres grávidas e deficientes o quebra-cabeças, a fim de que os autistas possam ter o mesmo atendimento prioritário”, ressalta o vereador.

O objetivo é obedecer ao Artigo 2º da Lei 12.764/12, em seu inciso VI, que diz: “São diretrizes da Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista: a responsabilidade do poder público quanto à informação pública relativa ao transtorno e suas implicações”.

“Deixo aqui o meu apelo aos setores públicos e privados para que respeitem esta lei de inclusão e acessibilidade aos autistas, pois somente assim poderemos ajudá-los a serem tratados com a dignidade e o respeito que eles merecem”, disse o vereador, apelando para o bom senso das autoridades em fiscalizar o atendimento à lei municipal.

Números

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que existam mais de 70 milhões de pessoas com autismo em todo o mundo, sendo 2 milhões somente no Brasil. Estima-se que uma em cada 160 crianças tem Transtorno de Espectro Autista (TEA), com prevalência cinco vezes maior em meninos.


VS Comunicação Assessoria

Texto: Vania Sousa

Tel: 11 - 96565-4394

Foto: Eder Cruz


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